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Pix 2.0: tudo sobre a nova funcionalidade de parcelamento que chega em setembro

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pix parcelado

O Banco Central do Brasil (BC) anunciou uma nova funcionalidade: o Pix Parcelado. Previsto para setembro, esse recurso transformará a forma como fazemos compras. Agora, os consumidores poderão parcelar pagamentos, semelhante ao que acontece com os cartões de crédito. Além disso, isso traz diferenças importantes que merece destacar.

O que é o pix parcelado?

Com o Pix Parcelado, os consumidores poderão dividir transações em parcelas mensais, que incluem juros. Essa novidade chegou para facilitar a vida de quem precisa fazer compras maiores.

E olha só: isso é muito importante, porque ainda tem muita gente no Brasil que não tem cartão de crédito. Justamente por isso, a ideia é bem clara — facilitar a vida das pessoas, abrir mais caminhos nos serviços financeiros e dar a todo mundo a chance de aproveitar melhor o que o comércio oferece.

E o melhor: quando você escolhe pagar com o Pix Parcelado, a compra é aprovada na hora. Assim, o vendedor recebe o valor imediatamente, o que traz mais segurança e agilidade nas vendas. Além disso, a função serve não apenas para compras, mas também para transferências entre amigos e familiares, deixando tudo muito mais prático no dia a dia.

Regulamentações e padrões

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, destaca que a regulamentação vai padronizar essa nova forma de pagamento. Até agora, alguns bancos ofereciam métodos isolados. Portanto, essa padronização promoverá competição e proporcionará aos consumidores e comerciantes mais opções que atendam suas necessidades.

Inovações futuras: pix em garantia

Em 2025, o BC vai lançar o Pix em Garantia. Com esse recurso, as parcelas a receber poderão servir como garantia em operações de crédito. Isso não apenas fortalece o sistema financeiro, mas também cria novas oportunidades tanto para empreendedores quanto para consumidores.

Custos e sustentabilidade do sistema

Galípolo, no entanto, alertou sobre os custos crescentes do sistema. As despesas com tecnologia já consomem quase 50% do orçamento do BC. Em comparação, esse valor aumentou em relação a menos de 30% no período anterior ao Pix. Portanto, para garantir a viabilidade a longo prazo, ele defende a aprovação da PEC 65, que busca a autonomia orçamentária da instituição.

Considerações finais

O Pix Parcelado não é apenas uma novidade; na verdade, é uma revolução no uso do dinheiro no Brasil. Por isso, o Banco Central pretende ampliar o acesso a um sistema de parcelamento ágil e eficiente. Com essa mudança, mais pessoas poderão realizar compras e participar do comércio. Em última análise, essa inovação promete impactar positivamente a economia, desafiando instituições financeiras a melhorar continuamente seus serviços.

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